Sobre Natalia…

Oi gente tudo certo? 

Estive pensando e parece um pouco egocentrista o fato de todas as segundas feiras, eu vir aqui e falar sobre mim, entretanto o Sobre Natalia, nada mais é que um título nada egocentrista, tudo bem é egocentrista, mas um espaço onde vou contar coisas à meu respeito, mas também que gostei de ler, assistir ou até mesmo ouvir.

O que vocês precisam conhecer Sobre Natalia,  por ora, é que meu gênero literário favorito é chick-lit e não foi coincidência que este tenha sido o gênero escolhido para minha estréia no mundo dos romances contemporâneos. Dentre todos os mais de quinhentos livros que li ao longo destes últimos cinco anos que voltei a cultivar este hábito, meu livro favorito e que leio pelo menos uma única vez a cada ano é um chick-lit, Sushi, escrito pela minha autora favorita a irlandesa Marian Keyes, que tive a oportunidade magnífica de conhecer na última Bienal de São Paulo. 

Foi esta visita da Marian que despertou em mim o desejo de escrever Save the Date,  e logo na segunda-feira subsequente ao retorno da bienal escrevi os dois primeiros capítulos diretamente no bloco de notas no meu celular. Eu não fazia ideia de que aquela história de uma noiva blogueira teria fim, ou que eu mergulharia tão profundamente na alma daqueles personagens a ponto de imaginá-los vivenciando fatos rotineiros do meu dia.  

Então talvez esta coluna não seja somente Sobre Natalia, já que hoje ela é mais Sobre Como Marian, fez com que Natalia passasse de leitora à autora. 

E vocês já leram algo dela? Qual seu autor favorito? E seu livro preferido? 

Conta para mim!

Um beijo 


Nolipa

Crônica Sonora

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Conheci Joanna num sábado à noite, batom vermelho, gargalhando em uma mesa de bar. Sua aura cintilava em roxo neon, era envolta em magia e alegria. Se tivesse nascido e vivido em outro tempo Joanna seria o que chamamos de feiticeira, uma revolucionária, uma feminista ou uma militante, aos poucos nos tornamos amigos e um pouco mais, eram altos papos em muitas madrugadas e também muitos beijos molhados. 

Ela me contava histórias hilárias, como o dia em que ficou com um cara famoso qualquer, e teve a noite que passou com uma garota. Mas ontem eu não estive com ela, não existe nada além do bom dia que enviou ao meu celular. Na realidade, faziam semanas que não a via, que não trocávamos beijos, saliva e fluídos, mesmo nos falando todos os dias.

Hoje acordei com a batida da polícia em minha porta, eu estava sendo preso, acusado de matá-la. Fiquei entorpecido e sem reagir enquanto minha mente gritava:

“Como assim Joanna está morta?”

Não conseguia entender a enormidade de tudo, enquanto era arrastado e algemado. Evidências comprovavam que eu fui o último a falar com ela, e por falar eu digo um áudio enviado desejando bom dia. Não me deixavam pensar, enquanto me manipulavam e me jogavam de um lado para o outro. Checavam minhas digitais e me acusavam de arrancar sua vida.

Ninguém ouvia meus gritos procurando informações.

“Como Joanna foi morta?”, ninguém entendia que eu estava sofrendo, que ela a melhor parte de mim, que seu sorriso safado me fazia um homem melhor. Ela estava morta e eu nem sabia o que tinha acontecido,quem avisou a polícia, ou onde a encontraram. A mulher que despertava a vida em mim não tinha mais vida e ninguém sequer se preocupou que talvez eu não fosse o culpado, que eu estivesse sofrendo.

Enquanto era diversas vezes interrogado, meu coração batia apressado, e meus olhos derramavam as mais sinceras lágrimas de sua existência, eu estava despedaçado, ela havia partido. Ela nunca soube o que eu sentia.

Eu só queria que todos eles se calassem afinal: — Eu não matei Joanna D’arc.


Crônica Sonora, é uma coluna semanal inspirada em alguma canção de sucesso. 

A desta semana foi inspirada na canção da banda Camisa de Vênus, cujo a letra você encontra aqui.

Eu acho que estou enlouquecendo,
Eu nem te conheço e sinto teu cheiro
Aquele cheiro bom de lar
Casa e segurança.

Estou enlouquecendo,
Pois passei a imaginar um futuro,
Conjunto e cheio de frutos
De gente
De aventura.

Estou enlouquecendo,
Eu nem mesmo sei o gosto do teu beijo
A textura de tua pele ou mesmo
A cor exata dos teus olhos.

Estamos enlouquecendo
E enlouquecendo estamos nos perdendo
A uma distância insana
Que mais machuca que cura
Afinal o que estamos fazendo,
A não ser, enlouquecendo?

Lendo e escrevendo uma Chick Lit.

Oi, pessoas!

De início eu quero me apresentar. Me chamo Andressa Gomes, leitora compulsiva apaixonada platonicamente por romances categorizados como “Chick Lit”. Tenho alguns livros escritos e contos na mesma vertente, publicados na plataforma virtual Wattpad.
Desde que me descobri apaixonada por esse gênero/categoria, comecei a distinguir esses tipos de livros dos demais. Por quê?

Bom, vamos às explicações que compõe esses tipos de livros.
Geralmente são livros de mocinhas independentes. A palavra Chick lit recebe esse significado:

“Chick lit é um gênero de ficção dentro da ficção feminina, que aborda as questões das mulheres modernas. Chick-Lits são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa O gênero vende bem, apesar de ainda estar em crescimento no Brasil, algumas editoras já dedicam selos diferenciados para esse gênero. Ele geralmente lida com as questões das mulheres modernas, humor de ânimo leve. Apesar de algumas vezes que inclui elementos românticos, a literatura feminina (incluindo chick lit) geralmente não é considerada uma subcategoria direta do gênero romance, porque, no Chick lit a relação da heroína com sua família ou amigos pode ser tão importante quanto a seus relacionamentos românticos.”

Gente, eu amo de paixão o Chick Lit!

Dentro desse enorme mundo literário onde as mulheres comandam e podem ser, fazer e escrever sobre o que quiserem, temos nossas divas literárias: Marian Keyes, Sophie Kinsella e a nossa nacionalíssima Carina Rissi (amo por demais).
São livros que, para quem os lê apenas, tratam de temas leves que te fazem rir e suspirar. E para quem escreve, pode ser a motivação que precisa para algo novo.

Tenho uma chick lit completa na plataforma “Wattpad” chamada “O diário de uma recém milionária”, que entre boas risadas conta a história de uma mulher bastante atrapalhada que se vê obrigada a amadurecer e enfrentar a vida quando descobre ser herdeira de um império milionário. Há um romance envolvido no meio da trama, mas as aventuras da protagonista mexem com o leitor do começo ao fim. Por isso eu amo a categoria, por ser algo que nos possibilita criar diversos mundos e trazer ânimo e alegria ao leitor.

Nossa blogueira proprietária desse lindo site no qual estou escrevendo, também escreve e ama o gênero e não podíamos deixar de falar dele na minha primeira coluna <3.

Seguem algumas indicações de livros que me fizeram viajar no mundo das mulheres independentes:

  • Fiquei com seu número – Sophie Kinsella
  • No Mundo da Lua – Carina Rissi
  • Perdida – Carina Rissi
  • Obrigada por lerem e por curtirem esse espaço fofo onde podemos falar abertamente sobre tudo que amamos no ramo literário.

    Te vejo nas próximas!

    Andressa Gomes.


    Andressa  Gomes possui algumas obras publicadas no aplicativo Wattpad e você poderá conhece-las clicando aqui.


    Sobre Natalia …

    Se você chegou até aqui é porque me conhece de alguma maneira: convivendo comigo, trabalhando, estudando ou me lendo no Wattpad. Criei meu primeiro blog há dez anos para publicar poemas de minha autoria, cerca de um ano depois, junto com outras nove pessoas que na época eram completamente estranhas e hoje são minhas grandes amigas, fui a idealizadora de um projeto voltado para fãs do cantor Saulo Fernandes e o Livros de Zuma foi um dos blogs mais acessados e conhecidos por seus seguidores por cerca de anos. A migração em plataformas ou novas redes de relacionamento nunca me afastou da escrita, meu perfil pessoal do instagram é cheio de textos de minha própria autoria, meu perfil no facebook repleto de opiniões em forma de prosa e hoje estou aqui em uma nova jornada que tem como objetivo unir todos aqueles que fizeram parte e me acompanharam ao longo desdes dez anos no universo de conteúdos para a internet. 

    Em 2016 resolvi que não queria apenas ler livros ou escrever poesias, eu queria criar minha própria história e dar vida à pessoas imaginárias que existiam somente no meu inconsciente.

    O Wattpad tornou-se uma maneira de dar amplitude e vazão à estas pessoas que nasciam enquanto eu me colocava para escrever alcançando 18 mil e 600 leituras em sete meses de publicação. 

    Por este motivo espero encontrá-los aqui para nossas conversas quase diárias, onde vocês poderão conhecer mais sobre mim, minhas obras, meus gostos literários e claro meus personagens. 

    Um abraço, 


    Nolipa